sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dar com os burros na água



Ainda na série "expressões populares animais aí vai mais uma. Um baraço a todos os leitores.
Credita-se a expressão à moral de um conto que remete a um fato comum na época colonial no Brasil: o uso dos burros para o transporte de cargas. O conto popular narra a disputa entre dois tropeiros para ver quem chegava primeiro a um destino. Um deles deveria usar o burro para transportar sal, enquanto o outro transportaria algodão com o animal. Só que no meio do caminho havia um rio e ao tentarem atravessá-lo, ambos perderam as cargas - o sal dissolveu-se e o algodão encharcou - e eles não conseguiram concluir a missão. Por conta disso, quando alguém é mal-sucedido em seus objetivos, usa-se a expressão "dar com os burros n'água".

terça-feira, 19 de outubro de 2010

(expressões populares animais)Tirar o cavalo da chuva


Há algumas versões ligeiramente diferentes para a origem dessa expressão. Para boa parte dos pesquisadores ela surgiu de um costume da época em que o cavalo era o principal meio de transporte no interior do país. Naqueles tempos, quando alguém ia fazer uma breve visita a um parente, amigo ou vizinho, normalmente "estacionava" seu cavalo em frente à casa em uma área descoberta. No entanto, se a conversa se alongava mais do que o esperado era comum o anfitrião falar para o visitante ir "tirar o cavalo da chuva", isto é, abrigá-lo em um local protegido, pois a visita iria demorar mais do que o imaginado. Com o passar do tempo, a expressão caiu no gosto popular. "Tirar o cavalo da chuva" significa desistir de algo, perder as esperanças ou a indicação de que alguma coisa vai demorar mais do que o previsto.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Expressões populares animais

Ainda na série expressões uma populares hoje vai uma muito utilizada. LAVAR A ÉGUA:
Tomar banho de champanhe após vencer uma corrida não é um costume que começou com os pilotos da Fórmula 1. Bem antes disso, quando uma égua vencia um páreo numa corrida de cavalos o bichinho já era saudado com um banho de espumante. Essa regalia era exclusiva da égua, já que seu semelhante do sexo masculino não recebia o mesmo tratamento. Assim, a prática dos donos do equino vencedor simbolizava que eles haviam ganhado uma boa grana de premiação e, por conta disso, a expressão "lavar a égua" popularizou-se como sinônimo de ganhar bastante dinheiro.

Afogar o ganso


Você pode achar que essa expressão é só uma forma mais engraçada de referir-se ao ato sexual, do ponto de vista masculino. Mas há versões populares que atribuem a origem do termo a um costume na China em que os homens mantinham relações sexuais com gansos e antes da ejaculação afogavam a ave para que ela tivesse mais contrações. Já a versão criada por Mário Prata, no livro "Mas Será o Benedito?", diz que a expressão foi um eufemismo usado por Dom Pedro 1.º em suas cartas para a Marquesa de Santos para referir-se às relações sexuais dos dois, driblando a censura imposta a essas correspondências pelo pai de Dom Pedro.

domingo, 17 de outubro de 2010

CURIOSIADES DA HISTÓRIA


Dá série curiosidades da História começa hoje ums série que fala sobre as expressões populares animais.A PRIMEIRA É: FAZER UMA VAQUINHA
Normalmente quando um time de futebol profissional vence um jogo importante, seus jogadores acabam recebendo uma premiação em dinheiro, o "bicho". Na origem dessa prática está o surgimento de outra expressão popular: "fazer uma vaquinha". Tudo começou nos anos 1920, no Rio de Janeiro, quando a torcida do Vasco da Gama resolveu estimular os jogadores a vencerem os jogos. Para isso, estabeleceu um incentivo monetário baseado nos números do jogo do bicho. O número cinco, do cachorro, representava cinco mil réis de premiação por um empate. O dez, do coelho, dez mil réis por uma vitória comum. E o 25, da vaca, 25 mil réis por uma vitória em jogos decisivos. Assim, a arrecadação do dinheiro do "bicho" dos jogadores pelos torcedores ficou conhecida como "fazer uma vaquinha".

terça-feira, 7 de setembro de 2010

CURIOSIDADES SOBRE A INDEPENDÊNCIA

- "D. Pedro montava um animal de carga, provavelmente uma mula, estava vestido como um tropeiro e não em uniforme militar, e os dragões da Independência ainda não existiam. A guarda de honra era formada por fazendeiros, cavaleiros e pessoas comuns das cidades do Vale do Paraíba, por onde o príncipe passara alguns dias antes a caminho de São Paulo", descreve Laurentino. "Além disso, uma testemunha do Grito (o coronel Marcondes, futuro Barão de Pindamonhangaba) registrou em suas memórias que D. Pedro estava com dor de barriga devido a algum alimento estragado que havia comido no litoral paulista. A cena real é bucólica e prosaica, mais brasileira e menos épica do que a retratada no quadro de Pedro Américo." Os Dragões da Independência, a guarda fardada e imponente que aparece na tela não existia na época do grito original às margens do Ipiranga.
- O Hino da Independência foi composto em 7 de setembro de 1882?
"D. Pedro era de fato um músico talentoso, capaz de fazer composição de qualidade bastante razoável para a época. Ainda assim, seria extraordinário que no intervalo de apenas cinco horas, entre o Grito do Ipiranga e as celebrações noturnas em São Paulo, tivesse composto e ensaiado um hino de estrutura bastante complexa como o da Independência. Isso jamais aconteceu", conta Laurentino.
- Tocou-se alguma canção na mesma noite para comemorar a Independência?
Segundo o escritor, a música executada naquela noite foi o Hino Constitucional Português, de Marcos Antônio Portugal, amigo e professor do príncipe regente. A música do atual Hino da Independência foi composta por D. Pedro, mas numa data posterior. A letra é de um poema chamado “Brava Gente”, de autoria do jornalista Evaristo da Veiga."A história oficial se encarregou de propagar a versão de que a noite de 7 de setembro de 1822 em São Paulo teria sido épica, de celebrações, discursos e composições inspiradas", explica o jornalista.
- Com o brado de Dom Pedro 1º "Independência ou Morte!", o Brasil deixou de ser colônia de Portugal? De fato, quanto tempo esse grito demorou a ser ouvido às margens plácidas não do Ipiranga, mas do rio Tejo, em Lisboa?
Naquela época, uma viagem de navio entre o Rio de Janeiro e Lisboa demorava cerca de dois meses, o que significa que as notícias a respeito do 7 de setembro de 1822 só chegaram a Portugal em novembro conta o autor de 1822. A reação, segundo ele, foi imediata. Os portugueses se mobilizaram para enviar mais tropas ao Brasil e tentar subjugar pela força os adeptos da Independência. A guerra só terminaria em novembro de 1823.
Com carinho, afeto e respeito
André Brasil

INDEPENDÊNCIA OU MORTE? Até onde seria verdade.

Que bom que temos na internet liberdade para exepor as idéias. Que bom que nossos livros didáticos estão acompanhando a nova tendência da HISTORIOGRAFIA em relação à criticidade, no intuito de modificiar a visão e o conhecimento dos verdadeiros fatos que marcaram a HISTÓRIA DO BRASIL, creio que em menos de uma década essa HISTÓRIA hoje contada vai estar totalmente modificada.Se Portugal não ficasse mamando nas tetas do Brasil, na verdade o feriado de hoje(7 de setembro) além de proclamar a independência de nosso país em relação a Portugal,seria também a REPÚBLICA, pois essa era a vontade da maioria dos que habitavam o Brasil nos anos oitocentos.Na verdade o Brasil ter se tornado um "independente" foi uma tentativa de POrtugal de manter o Brasil sobre seus domínios políticos e econômicos, pois com o LIBERALISMO cada vez mais acentuado na Europa, POrtugal vê nessa "independência" a tábua de salvação. Para se ter uma idéia,os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.
ABAIXO SEGUE UM BREVE RELATO DOS ACONTECIEMTNOS QUE ANTECEDERAM A INDEPENDÊNCIA DO NOSSO QUERIDO BRASIL.

Independência do Brasil
História da Independência do Brasil, Dom Pedro I, Grito do Ipiranga, 7 de setembro, História do Brasil Império, Dia da Independência, transformações políticas, econômicas e sociais, dependência da Inglaterra no Brasil

Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência


Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Com carinho, admiração e respeito!
André Brasil

domingo, 5 de setembro de 2010

Curiosidades da História

Não resisti e vou postar mais uma profissão.
REMOVEDOR DE ESCREMENTO

Na Inglaterra medieval, havia um profissional específico para remover excrementos das privadas e fossas. Eles só podiam trabalhar à noite, e os excrementos coletados deveriam ser levados para fora do território da cidade. Devido ao forte cheiro dos excrementos, existem relatos de legistas que afirmam que alguns desses trabalhadores morreram de asfixia.

Como o uso do saneamento básico a terrível profissão desapareceu.

Curiosidades da História

Dutante essa semana vou postar algumas profissões muito bizarras para nossa sociedade. Gostaria de pedir aos amigos leitores que não cometessem anocronismo ao tomar connhecimento das profissões:Vamos esntão a duas profissões em momentos distintos da História.
PISOTEADOR
Pisar em uma pilha de roupas de lã não parece ser um emprego muito bom, não é mesmo? E não era mesmo. A técnica era utilizada para eliminar óleos, sujeiras e outras impurezas da lã, além de deixá-la mais grossa. Na antiguidade, os trabalhadores que faziam isso geralmente eram trabalho escravo, como na Roma antiga. Os escravos ficavam com urina e roupas até a altura dos calcanhares, já que a urina era uma boa fonte de sais de amônia, importantes para a limpeza do tecido. Na época medieval, novas substâncias, que não precisavam de urina, passaram a ser utilizadas no processo, deixando o trabalho um poico mais digno.
CAMAREIRO DE PRIVADA
Os monarcas ingleses tinham um servo que tinha a tarefa de limpar o rei depois que ele defecasse. Sim, isso mesmo que você está imaginando. Esta tarefa, surpreendentemente, era realizada por filhos de nobres e importantes membros da sociedade. Com o tempo, a tarefa passou a ser acompanhada por outras obrigações mais comuns, como ajudar em aspectos administrativos. Apesar de ser um “limpador de bundas” oficial, esta era uma tarefa muito desejada, já que conseguia um acesso quase irrestrito à atenção do Rei.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Cirurgia Plástica

A cirurgia plástica é imoral? E o mais importante: Por que você quer saber?
Certa vez, tarde da noite, o comediante Craig Fergunson observou que a sociedade saiu dos trilhos quando surgiram os executivos de publicidade dirigida aos jovens consumidores, em 1950. Eles fizeram isso, explicou, para que as pessoas se comprometessem com certos produtos em uma idade mais jovem e, portanto, gastassem mais em uma determinada marca de suas vidas.

Porém, mais tarde todos embarcaram nessa, celebrando a juventude em vez da sabedoria e da inteligência, que vêm com a idade e com a experiência. Quando ser jovem tornou-se moda e desejável, as pessoas ficaram com medo de não serem assim, ele argumenta. “As pessoas começaram matando seus cabelos, mutilando seus rostos e corpos, a fim de adquirir uma aparência jovem. Mas você não pode ser jovem para sempre! Isso é contra as leis do Universo!”.

A morte é inevitável, simplesmente acontece. Mas as pessoas estão fazendo seu melhor para lutar contra o envelhecimento através de realces estéticos em tudo o que puderem.

Sou uma daquelas pessoas que desaprovam a cirurgia estética. Desde que percebi meus amigos fazendo operações no nariz em seus aniversários de 16 anos, senti que a modificação do corpo, de alguma forma, é enganosa. E quando vejo as celebridades envelhecendo, com lábios que parecem pertencer a um pato, realmente me espanto.

Para muitos de nós, a cirurgia estética provoca uma reação de repugnância. O eticista Leon Kass fala sobre a “sabedoria da repugnância”, a idéia de que a nossa repulsa indica uma compreensão intuitiva de que algo é moralmente errado. Na verdade, as aventuras de Michael Jackson e Joan Rivers pelo bisturi parecem contos modernos de moralidade.

Mas a cirurgia plástica é ruim porque não é natural? Raspar as axilas e pernas não é natural, mas você não ouve muito sobre como os ocidentais estão indo contra a natureza quando as mulheres compram aparelhos de depilação. Alguns poderão argumentar que a maioria dos nossos tratamentos (tais como as mudanças em nossos cabelos ou a depilação de pêlos faciais indesejados) é uma correção estética temporária, enquanto que a cirurgia estética permanente altera o que Deus nos deu. Mas a duração da mudança não é o melhor barômetro ético. Além disso, não parecemos ter problemas com a cirurgia de recolocação do joelho ou a de remoção permanente dos dentes.

A verdadeira diferença estaria – como pensei por muito tempo – entre o tratamento médico versus o realce estético? Uma mulher que faz cirurgia plástica após a retirada de um câncer de mama está correta, mas outra que aumenta seu busto sem necessidade médica é suspeita.

“Se ao menos as coisas fossem tão fáceis”, diz Hans Madueme do Center for Bioethics and Human Dignity (Centro de Bioética e Dignidade Humana). “O mundo está repleto de complexidade ética e moral”, diz ele, observando que o perfume e a maquiagem também são realces estéticos.

Um pastor amigo certa vez me disse: “A resposta Luterana para cada pergunta é: ‘Por que você quer saber? ’”. A questão da moralidade do aborto será tratada de forma diferente dependendo se a pessoa for uma mulher vinda de um processo abortivo e que procura perdão, uma grávida que enfrenta uma gravidez de risco e considera o aborto, ou uma jovem curiosa que simplesmente busca instrução.

A resposta não muda, mas a forma como abordamos a questão sim.

Do mesmo modo, talvez a melhor forma de abordar questões sobre a moralidade da cirurgia plástica seja apontar por que estamos refletindo sobre o assunto. Uma mulher que pensa que o casamento vai melhorar se ela melhorar seu busto, certamente precisa de ajuda – mas, provavelmente, não o tipo de ajuda que fornece um bisturi. Mas o que acontece com o homem que recentemente perdeu centenas de quilos e tem a pele flácida atestando tal perda? Ele está moralmente justificado para fazer uma dobra de pele? E quanto a alguém com uma marca de nascença que, apesar de inofensiva, é tremendamente perturbadora aos outros?

Só porque a questão é moralmente complexa não significa que não existam respostas. Significa, no entanto, que existem limites para o que podemos afirmar com certeza. Mas entender a razão pela qual alguém procura a cirurgia estética nos ajuda a entender se esta é moral ou não.

E ainda há outra parte da questão, voltando ao discurso de Ferguson. Sim, nossa cultura de cirurgias plásticas rodeia a beleza e a cobiça. Mas também abrange nossas fragilidades e corpos imperfeitos, e, mais ainda, nosso descontentamento. Ansiamos por mais propósito e plenitude, acreditando que somente obteremos isto se melhorarmos uma parte de nossos corpos imperfeitos.

Adoramos os nossos corpos em vez de adorar o Senhor. E, embora algumas cirurgias estéticas sejam um belo presente de Deus, outras também são sintomas da nossa enorme podridão cultural.

Mollie Ziegler Hemingway é colunista da Christianity Today em vive em Washington D.C.

Traduzido por Joanna Brandão