Uma coisa é certa: Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro do ano 0. Esta data foi uma convensão adotada pelos governantes cristãos do império romano. Entenda toda a história que corre nas sombras do natal.
--------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------
“Hoje é um dia tão bom quanto qualquer outro para voltar à pergunta que atormenta historiadores e estudiosos da Bíblia por mais de 2000 anos: quando Jesus Cristo nasceu? Eles concordam que não foi em 1 AD (Anno Domini). Quanto a se foi em Dezembro, é uma questão de pura suposição. O calendário que usamos hoje é baseado no que Julio César decretou em 1° de Janeiro de 45 AC, que começa na fundação de Roma, no século I AC. No século VI, Dionysius Exiguus, um monge, propôs que a Era Cristã começasse em uma data de significado religioso inquestionável, a suposta data do nascimento de Jesus Cristo. Com esse sistema, as seqüências AC e DC começaram. Recentemente, no entanto, AC ou Antes de Cristo, mudou para AEC, ou Antes da Era Cristã, e AD (Anno Domini, o ano do Senhor) se tornou EC, ou Era Cristã. A data exata do nascimento de Jesus poderia ser estabelecida se soubéssemos a idade exata que tinha ao ser crucificado, porque naquele dia houve um eclipse lunar que o historiador britânico, Colin Humphreys, afirma ter ocorrido em uma terça-feira, 3 de Abril de 33 EC. Infelizmente não sabemos quantos anos Jesus tinha ao ser crucificado. Alguns dizem que ele tinha “uns trinta” e outros que ele “ainda não tinha cinqüenta”.
A Bíblia continua sendo a fonte principal de pistas. Jesus Cristo nasceu durante o governo de Augusto César, 44 AEC à 14 EC. Os evangelhos de Mateus e Lucas dizem que Jesus nasceu durante a regência de Herodes, o Grande, que morreu na primavera de 4 AEC. Mas também há registros de que Herodes tenha morrido em 5 AEC, 1 AEC e 1 EC. Ele foi sucedido por Herodes Antipas (21AEC – 39 EC). Durante esse período, Jesus estava ativo como pastor e operador de milagres.”
Como chegaram a 25 de dezembro?
O Novo Testamento não diz nada a respeito da data de que Cristo veio ao mundo. Os romanos eram um povo pagão, que acreditavam em diversos deuses e faziam muitas festas para eles. As mais importantes eram as festas em homenagens aos solstícios de verão e de inverno. Em 221 EC, o historiador cristão Julius Africanus cravou o nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro, dia que era celebrado o culto ao deus persa Mitra, que ganhou dos romanos uma data e celebração especial: O Festival do Sol Invicto, comemorado no dia 25 de dezembro. A igreja gostou, pois desta forma poderia angariar mais fiéis e melhor, de forma mais fácil, e assim, a partir do século 4, quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do império, começaram as comemorações do nascimento de Cristo a ser realizadas no dia 25 de dezembro, o que perdura até os dias atuais.
A dúvida permanece!
A dúvida, então, permanece. Apesar da existência de pistas, todas incertas e truncadas, nada pode ser afirmado ainda, apenas imaginado e deduzido. Isso, no entanto, não tira o significado do Natal, pois apesar da data não ser confiável, o acontecimento por ela representado continua a ser extremamente importante para os cristãos em todo o mundo. A única certeza é que o presépio deve refletir a realidade, pois Jesus deve ter realmente nascido em um lugar extremamente pobre, que muitos hoje acreditam ser no vilarejo de Nazaré, que tinha 400 habitantes.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Agradecimento
"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" "Cora Coralina".Depois de uma ano sensacional só tenho a agradecer a todos vocês pois me ensinaram e me tornar uma pessoa totalmente diferente do primeiro dia que entrei em sala. Agradeço a Deus por tantas bençãos que ele me concedeu esse ano. Amados alunos obrigado por me fazer tão feliz.VocÊs marcaram minha vida. Nunca desistam, pois vocês são capazes."Não há saber maior ou menor. Há saberes diferentes" Paulo Freire. AMo vocês, estarão sempre em meu coração.Com admiração, carinho e respeito. André Brasil
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Agradecimento
"Deus é um grande mistério, diante do grande mistério a gente emudece, fica em silêncio" RUBEM ALVES. Em 2010 Deus reservou para minha vida bençãos sem medidas. Sem dúvida a maior de todas foram as turmas que recebi do COlégio Fluminense. Só Deus sabe o porque de ter me resevado pessoas tão especiais.Adolescentes que modificaram meu coração, minha visão de mundo, me ensinaram a sorrir a chorar, me ensinaram a ensinar. Saibam que aprendi muito com vocês no decorrer de 2010. Como já habia dito a melhor coisa que fica do ano de 2010 na minha vida é o privilégio de poder contar com vocês, de poder ser amigo de vocês. Espero poder no futuro encontrá-los na estrada da vida, todos homens e mulheres de muito sucesso. Espero ter contribuido com mais um grão na formação de vocês. Tenham certeza que vocês estarão para sempre em meu coração. Louvado seja o nome de Deus por todas as maravilhas que tens feito em nossas vidas. Amo muito vocês.Um dia nos lembraremos dos momentos mágicos que passamos em 2010."
A amizade perfeita não pode existir senão entre os bons.ARISTÓTELES
domingo, 24 de outubro de 2010
Expressões populares animais

Para encerrar essa série de curiosidades,segue o relato da expressão: A CAVALO DADO NÃO SE OLHA OS DENTES.
Sua mãe provavelmente ensinou a nunca desdenhar daquilo que você recebe de presente. Se um dia você ganhar um cavalo, por exemplo, nunca olhe a arcada dentária do animal na frente de quem te deu. Isso por que os dentes do cavalo não nascem de uma vez, sendo que os últimos só surgem no quarto ou quinto ano de vida do animal. Assim, olhar os dentes dele significa verificar qual a idade do equino, o que pode ser bastante deselegante. Na satírica visão de Mário Prata, no livro "Será o Benedito?", a expressão popular no entanto tem raiz histórica na avareza da família real portuguesa. Ao chegar ao Brasil, fugindo das tropas de Napoleão, Dom João 6.º teria usado cavalos em péssimo estado como moeda de troca. E a quem reclamava ele usava a expressão "a cavalo dado não se olham os dentes".
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Dar com os burros na água

Ainda na série "expressões populares animais aí vai mais uma. Um baraço a todos os leitores.
Credita-se a expressão à moral de um conto que remete a um fato comum na época colonial no Brasil: o uso dos burros para o transporte de cargas. O conto popular narra a disputa entre dois tropeiros para ver quem chegava primeiro a um destino. Um deles deveria usar o burro para transportar sal, enquanto o outro transportaria algodão com o animal. Só que no meio do caminho havia um rio e ao tentarem atravessá-lo, ambos perderam as cargas - o sal dissolveu-se e o algodão encharcou - e eles não conseguiram concluir a missão. Por conta disso, quando alguém é mal-sucedido em seus objetivos, usa-se a expressão "dar com os burros n'água".
terça-feira, 19 de outubro de 2010
(expressões populares animais)Tirar o cavalo da chuva

Há algumas versões ligeiramente diferentes para a origem dessa expressão. Para boa parte dos pesquisadores ela surgiu de um costume da época em que o cavalo era o principal meio de transporte no interior do país. Naqueles tempos, quando alguém ia fazer uma breve visita a um parente, amigo ou vizinho, normalmente "estacionava" seu cavalo em frente à casa em uma área descoberta. No entanto, se a conversa se alongava mais do que o esperado era comum o anfitrião falar para o visitante ir "tirar o cavalo da chuva", isto é, abrigá-lo em um local protegido, pois a visita iria demorar mais do que o imaginado. Com o passar do tempo, a expressão caiu no gosto popular. "Tirar o cavalo da chuva" significa desistir de algo, perder as esperanças ou a indicação de que alguma coisa vai demorar mais do que o previsto.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Expressões populares animais
Ainda na série expressões uma populares hoje vai uma muito utilizada. LAVAR A ÉGUA:
Tomar banho de champanhe após vencer uma corrida não é um costume que começou com os pilotos da Fórmula 1. Bem antes disso, quando uma égua vencia um páreo numa corrida de cavalos o bichinho já era saudado com um banho de espumante. Essa regalia era exclusiva da égua, já que seu semelhante do sexo masculino não recebia o mesmo tratamento. Assim, a prática dos donos do equino vencedor simbolizava que eles haviam ganhado uma boa grana de premiação e, por conta disso, a expressão "lavar a égua" popularizou-se como sinônimo de ganhar bastante dinheiro.
Tomar banho de champanhe após vencer uma corrida não é um costume que começou com os pilotos da Fórmula 1. Bem antes disso, quando uma égua vencia um páreo numa corrida de cavalos o bichinho já era saudado com um banho de espumante. Essa regalia era exclusiva da égua, já que seu semelhante do sexo masculino não recebia o mesmo tratamento. Assim, a prática dos donos do equino vencedor simbolizava que eles haviam ganhado uma boa grana de premiação e, por conta disso, a expressão "lavar a égua" popularizou-se como sinônimo de ganhar bastante dinheiro.
Afogar o ganso

Você pode achar que essa expressão é só uma forma mais engraçada de referir-se ao ato sexual, do ponto de vista masculino. Mas há versões populares que atribuem a origem do termo a um costume na China em que os homens mantinham relações sexuais com gansos e antes da ejaculação afogavam a ave para que ela tivesse mais contrações. Já a versão criada por Mário Prata, no livro "Mas Será o Benedito?", diz que a expressão foi um eufemismo usado por Dom Pedro 1.º em suas cartas para a Marquesa de Santos para referir-se às relações sexuais dos dois, driblando a censura imposta a essas correspondências pelo pai de Dom Pedro.
domingo, 17 de outubro de 2010
CURIOSIADES DA HISTÓRIA

Dá série curiosidades da História começa hoje ums série que fala sobre as expressões populares animais.A PRIMEIRA É: FAZER UMA VAQUINHA
Normalmente quando um time de futebol profissional vence um jogo importante, seus jogadores acabam recebendo uma premiação em dinheiro, o "bicho". Na origem dessa prática está o surgimento de outra expressão popular: "fazer uma vaquinha". Tudo começou nos anos 1920, no Rio de Janeiro, quando a torcida do Vasco da Gama resolveu estimular os jogadores a vencerem os jogos. Para isso, estabeleceu um incentivo monetário baseado nos números do jogo do bicho. O número cinco, do cachorro, representava cinco mil réis de premiação por um empate. O dez, do coelho, dez mil réis por uma vitória comum. E o 25, da vaca, 25 mil réis por uma vitória em jogos decisivos. Assim, a arrecadação do dinheiro do "bicho" dos jogadores pelos torcedores ficou conhecida como "fazer uma vaquinha".
terça-feira, 7 de setembro de 2010
CURIOSIDADES SOBRE A INDEPENDÊNCIA
- "D. Pedro montava um animal de carga, provavelmente uma mula, estava vestido como um tropeiro e não em uniforme militar, e os dragões da Independência ainda não existiam. A guarda de honra era formada por fazendeiros, cavaleiros e pessoas comuns das cidades do Vale do Paraíba, por onde o príncipe passara alguns dias antes a caminho de São Paulo", descreve Laurentino. "Além disso, uma testemunha do Grito (o coronel Marcondes, futuro Barão de Pindamonhangaba) registrou em suas memórias que D. Pedro estava com dor de barriga devido a algum alimento estragado que havia comido no litoral paulista. A cena real é bucólica e prosaica, mais brasileira e menos épica do que a retratada no quadro de Pedro Américo." Os Dragões da Independência, a guarda fardada e imponente que aparece na tela não existia na época do grito original às margens do Ipiranga.
- O Hino da Independência foi composto em 7 de setembro de 1882?
"D. Pedro era de fato um músico talentoso, capaz de fazer composição de qualidade bastante razoável para a época. Ainda assim, seria extraordinário que no intervalo de apenas cinco horas, entre o Grito do Ipiranga e as celebrações noturnas em São Paulo, tivesse composto e ensaiado um hino de estrutura bastante complexa como o da Independência. Isso jamais aconteceu", conta Laurentino.
- Tocou-se alguma canção na mesma noite para comemorar a Independência?
Segundo o escritor, a música executada naquela noite foi o Hino Constitucional Português, de Marcos Antônio Portugal, amigo e professor do príncipe regente. A música do atual Hino da Independência foi composta por D. Pedro, mas numa data posterior. A letra é de um poema chamado “Brava Gente”, de autoria do jornalista Evaristo da Veiga."A história oficial se encarregou de propagar a versão de que a noite de 7 de setembro de 1822 em São Paulo teria sido épica, de celebrações, discursos e composições inspiradas", explica o jornalista.
- Com o brado de Dom Pedro 1º "Independência ou Morte!", o Brasil deixou de ser colônia de Portugal? De fato, quanto tempo esse grito demorou a ser ouvido às margens plácidas não do Ipiranga, mas do rio Tejo, em Lisboa?
Naquela época, uma viagem de navio entre o Rio de Janeiro e Lisboa demorava cerca de dois meses, o que significa que as notícias a respeito do 7 de setembro de 1822 só chegaram a Portugal em novembro conta o autor de 1822. A reação, segundo ele, foi imediata. Os portugueses se mobilizaram para enviar mais tropas ao Brasil e tentar subjugar pela força os adeptos da Independência. A guerra só terminaria em novembro de 1823.
Com carinho, afeto e respeito
André Brasil
- O Hino da Independência foi composto em 7 de setembro de 1882?
"D. Pedro era de fato um músico talentoso, capaz de fazer composição de qualidade bastante razoável para a época. Ainda assim, seria extraordinário que no intervalo de apenas cinco horas, entre o Grito do Ipiranga e as celebrações noturnas em São Paulo, tivesse composto e ensaiado um hino de estrutura bastante complexa como o da Independência. Isso jamais aconteceu", conta Laurentino.
- Tocou-se alguma canção na mesma noite para comemorar a Independência?
Segundo o escritor, a música executada naquela noite foi o Hino Constitucional Português, de Marcos Antônio Portugal, amigo e professor do príncipe regente. A música do atual Hino da Independência foi composta por D. Pedro, mas numa data posterior. A letra é de um poema chamado “Brava Gente”, de autoria do jornalista Evaristo da Veiga."A história oficial se encarregou de propagar a versão de que a noite de 7 de setembro de 1822 em São Paulo teria sido épica, de celebrações, discursos e composições inspiradas", explica o jornalista.
- Com o brado de Dom Pedro 1º "Independência ou Morte!", o Brasil deixou de ser colônia de Portugal? De fato, quanto tempo esse grito demorou a ser ouvido às margens plácidas não do Ipiranga, mas do rio Tejo, em Lisboa?
Naquela época, uma viagem de navio entre o Rio de Janeiro e Lisboa demorava cerca de dois meses, o que significa que as notícias a respeito do 7 de setembro de 1822 só chegaram a Portugal em novembro conta o autor de 1822. A reação, segundo ele, foi imediata. Os portugueses se mobilizaram para enviar mais tropas ao Brasil e tentar subjugar pela força os adeptos da Independência. A guerra só terminaria em novembro de 1823.
Com carinho, afeto e respeito
André Brasil
Assinar:
Postagens (Atom)